Grande investidor, empresário, comprador exigente: todos fazem a mesma pergunta difícil na visita. Quem responde com firmeza conduz o negócio e fecha a venda. Quem trava vira o moço que abre a porta. O conhecimento jurídico é o que separa os dois.
Kamel Salman direto ao ponto: o que muda na sua condução de venda quando você fecha o ponto cego jurídico, e por que isso pesa ainda mais no cliente de alto valor.
No ticket alto o comprador raramente está sozinho. Tem contador, tem advogado, tem sócio, e às vezes ele mesmo é o técnico da mesa. Ele não te pergunta se o imóvel é bonito. Ele pergunta o que está na matrícula, quem responde pelo passivo e o que acontece se der errado.
Uma dúvida sobre ônus, sobre pendência, sobre a segurança do negócio. Você responde "isso a gente vê depois no cartório" e, naquele segundo, perde a credibilidade. O cliente exigente não discute com você: ele agradece, some sem dizer nada e compra com outro. Você nunca fica sabendo por quê.
Penhora, usufruto, indisponibilidade, passivo oculto: o que você não enxerga hoje vira o processo de amanhã. E sem a intermediação documentada do jeito certo, semanas de atendimento, visita no fim de semana e negociação dos dois lados viram um "mas" na hora de pagar. Você fica a ver navios.
O corretor sem base jurídica trabalha muito e não se protege, vende e não garante a comissão, atende e não gera segurança. E o mais grave: corre risco sem nem saber que está correndo.
Depois do advogado, e tirando as carreiras de Estado, a corretagem é a profissão que mais usa a legislação para atender o cliente. Contrato, matrícula, certidão, comissão, locação: você já trabalha dentro do Direito todo santo dia. Só nunca te deram o mapa.
É a mesma pessoa, o mesmo mercado, a mesma carteira. O que muda é o repertório com que você senta na mesa.
Quase todo advogado que fala de direito imobiliário fala de fora: nunca pegou uma chave, nunca esperou uma comissão cair, nunca perdeu negócio na boca do caixa. O Kamel fala de dentro.
Advogado há mais de 13 anos e corretor de imóveis há mais de 10. Empresário, gestor de imobiliária, administrador judicial e administrador de leiloaria no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Ele já viu a matrícula travar o negócio e já viu o cliente esfriar no fechamento, dos dois lados do balcão.
É essa vivência dupla, advogado e corretor no mesmo corpo, que sustenta a autoridade dele. E é dela que nasce o curso: o conhecimento que normalmente fica trancado em livro técnico, traduzido para a língua de quem vive a rua.
"Depois do advogado, e excluindo as carreiras de Estado, a corretagem é a profissão que mais usa a legislação para atender o cliente."
Kamel Salman
Não é curso de Direito e nunca foi. É o jurídico essencial traduzido para o campo: linguagem simples, caso real e passo a passo. Cada tema vira uma frase que você fala com segurança na frente do cliente.
Ler a matrícula inteira, identificar penhora, usufruto, hipoteca e indisponibilidade, emitir as certidões certas e enxergar o passivo oculto antes de qualquer assinatura.
Você nunca mais fecha sem saber o que vendeIdentificar o cliente com pendência mesmo quando ele não conta, saber quais sistemas acessar, onde procurar e quais certidões emitir para não colocar o seu comprador numa fria.
Você protege o cliente e a sua reputaçãoCompromisso de compra e venda, a diferença entre escritura, registro e posse, leitura de cláusula perigosa e o contrato usado como instrumento de prevenção, não como formalidade.
Você entende o que está sendo assinadoQuando a comissão é devida, inclusive sem conclusão do negócio, estratégia probatória no dia a dia, como formalizar e como cobrar, com lastro em legislação e jurisprudência.
Ninguém mais te tira da jogada na hora de pagarContrato, garantias, inadimplência, despejo e despejo extrajudicial por cartório, renovação e preferência na venda. A renda recorrente que você evitava por insegurança técnica.
Você passa a receber todo mêsResponsabilidade civil, comunicação segura, o limite exato entre orientar e exercer ilegalmente a advocacia, e a hora certa de chamar o jurídico sem perder a condução.
Você fala com autoridade sem se exporDocumento falso, situação suspeita, imóvel irregular e a condução das crises reais: o cliente que desiste, o comprador que acha um problema, o financiamento que não sai.
Você reconhece o golpe antes de cairUsar a segurança jurídica como argumento comercial e posicionamento, justificar naturalmente a comissão e estruturar um processo de venda que se repete com método, não com improviso.
Você fecha o que o concorrente despreparado perdeQuatro histórias verdadeiras, sem nome por respeito e confidencialidade. Você vai reconhecer as cenas, porque elas se repetem o tempo todo no mercado.
Intermediou sem ler a documentação direito, prometeu o que o imóvel não entregava e foi processado. Devolução de comissão, dano moral, rescisão, e ainda procedimento no CRECI. Anos de reputação ameaçados por um erro.
Um corretor da equipe chegou feliz com o negócio fechado, sem perceber a pendência séria que vinha junto. A diferença é que o gestor tinha o conhecimento jurídico e bateu o olho na fonte do problema.
Quando se aprofundou no jurídico imobiliário de verdade, enxergou um nicho que quase ninguém dominava com profundidade e passou a atender o setor com repertório próprio.
Formado, com carteira da OAB, mas escolheu a corretagem. Nunca tinha voltado o conhecimento jurídico para a própria atuação até rememorar o conteúdo e aplicá-lo no dia a dia do imóvel.
Repara no fio que une as quatro: não foi sorte. Todos mudaram de patamar quando dominaram o jurídico essencial.
Honestidade aqui é regra. Se você se reconhece na coluna da esquerda, entra. Se está na direita, é melhor não entrar.
Uma você até consegue calcular. A outra nem isso: o negócio morre calado, o cliente agradece, sai da visita e fecha com quem soube responder. As duas nascem do mesmo lugar.
"Ah, isso aí a gente vê depois com o cartório."
"Essa matrícula tem um usufruto averbado. Antes da proposta a gente resolve assim, e é exatamente por isso que você compra tranquilo."
Mesmo imóvel, mesma visita. Outro corretor na cabeça de quem decide.
"Mas foi meu primo que indicou. Você só abriu a porta."
"Está tudo registrado: o atendimento, a proposta e a condução. A comissão é devida, e não é opinião minha."
Mesmo trabalho, mesmas semanas. Ninguém mais te tira da jogada.
É ótimo receber 5% de uma venda de sete dígitos. Agora imagina devolver essa comissão, com dano moral, e ter escrito na sentença de um juiz que você foi negligente na sua profissão. Você leva anos construindo a sua imagem. Basta um erro para perder tudo.
Os oito blocos do jurídico essencial, organizados do simples ao aplicado, com acesso por 12 meses a partir da matrícula.
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Você tem, por lei, 7 dias para testar. Se nesse período achar que o curso não é para você, é só pedir o reembolso direto na plataforma. Sem briga e sem perguntas.
Sem dúvidas. O curso é mais do que conteúdo técnico: é a diferença entre quem só abre a porta do imóvel e quem conduz o negócio com segurança. Sabendo muito ou ainda começando, você vai organizar a sua atuação e parar de deixar dinheiro na mesa por desconhecimento jurídico.
É justamente por isso que você precisa. O Direito Imobiliário é um dos nichos mais lucrativos do mercado, com pouca concorrência qualificada. O curso te mostra, de forma organizada, o passo a passo para estruturar a sua atuação desde o começo, no caminho certo.
Não, e essa nunca foi a proposta. O objetivo é te dar o jurídico essencial para conduzir a venda com segurança, identificar risco e saber exatamente a hora de acionar um advogado. Você não vira advogado. Você vira um corretor que não erra na condução do negócio.
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